20 outubro 2017

Vídeo: Ana Bacalhau - Leve Como Uma Pena



"Leve Como Uma Pena", o novo single de Ana Bacalhau, tem letra e música de Jorge Cruz. É o segundo single do álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau, que é editado hoje — comprar na Fnac.

Ao Sol, Ana Bacalhau falou sobre a canção:
O “Leve Como Uma Pena”, escrito pelo Jorge Cruz, fala sobre inseguranças. É um dos temas centrais no disco?
Sim, daí este manifesto ser o segundo single. Há medo, há insegurança, há o não saber se sou capaz. As vozes que nos puxam para baixo e nos fazem duvidar. Mas há aqui uma centelha, uma teimosia e uma tenacidade de me exprimir através da música que permaneceu sempre. No final, a fome e a gana de deitar tudo cá para fora venceram todas essas tempestades. Este disco é um reflexo disso.
Letra e Música: Jorge Cruz
Voz: Ana Bacalhau
Piano, Hammond: Luís Figueiredo
Cavaquinho: Luís Peixoto
Contrabaixo: Zé Pedro Leitão
Bateria: Alexandre Frazão
Produzido por João Bessa e Ana Bacalhau
Vídeo gravado no Aeródromo de Manobra N.º1 da Força Aérea Portuguesa
Realização: André Tentugal

18 outubro 2017

Diabo na Cruz no top 3



A caixa que reúne a discografia de Diabo na Cruz entrou esta semana directamente para o pódio do top nacional. Até Agora ocupa o terceiro lugar da tabela dos discos mais vendidos em Portugal:

1. Camané - Camané Canta Marceneiro
2. David Gilmour - Live at Pompeii
3. Diabo na Cruz - Até Agora 
4. Benjamin Clementine - I Tell a Fly
5. Tiago Bettencourt - A Procura
6. The National - Sleep Well Beast
7. Ana Moura - Moura
8. Amália Rodrigues - Amália, Coliseu Lisboa, 3 de Abril 1987
9. Salvador Sobral - Excuse Me
10. Pearl Jam - Let's Play Two

17 outubro 2017

Jorge Cruz assina o novo single de Ana Bacalhau

"Leve Como Uma Pena", o novo single de Ana Bacalhau, foi composto por Jorge Cruz. O vídeo chega nesta sexta-feira (ver teaser em baixo), dia em que é também lançado Nome Próprio, o primeiro álbum a solo da voz dos Deolinda.

06 outubro 2017

Já à venda: caixa Diabo na Cruz - Até Agora



A caixa que agrupa a discografia de Diabo na Cruz chega hoje às lojas. Podem comprá-la por 19,99€ na Fnac.

DIABO NA CRUZ – ATÉ AGORA

Virou! (2009)
1 – O Regresso da Lebre (com Vitorino)
2 – Tão Lindo
3 – Dona Ligeirinha
4 – Os Loucos estão certos
5 – Casamento
6 – Bico de um Prego
7 – Dom Fuas Roupinho
8 – Fecha a Loja
9 – Canção do Monte
10 – Corridinho do Verão
11 – Bom Tempo

Combate EP (2010)
1 – Eito Fora
2 – Macaco de Imitação
3 – Combate com Batida (com Sérgio Godinho)
4 – Lenga Lenga
5 – Gala do Amor Segredo

Roque Popular (2012)
1 – Bomba Canção
2 – Baile na Eira
3 – Sete Preces
4 – Luzia
5 – Estrela da Serra
6 – Pioneiros
7 – Chegaram os Santos
8 – Fronteira
9 – Siga a Rusga
10 – Memorial dos Impotentes

Diabo na Cruz (2014)
1 – Duzentas Mil Horas
2 – Ganhar o Dia
3 – Moça Esquiva
4 – Amélia
5 – Ó Luar
6 – Vida de Estrada
7 – Verde Milho
8 – Mó de Cima
9 – Azurvinha
10 – Saias
11 – Armário da Glória
12 – Heróis da Vila

19 setembro 2017

Novidade: Caixa com reedições de Diabo na Cruz



Os fãs pediram e os discos aí estão. Os dois primeiros álbuns de Diabo na Cruz, há muito esgotados e procurados, vão ser novamente editados no dia 6 de Outubro, numa caixa que junta a discografia (quase) completa da banda.

Até Agora reúne os três álbuns de estúdio da banda — Virou! (2009), Roque Popular (2012) e Diabo na Cruz (2014) — mais o EP Combate (2010).

A caixa já está em pré-venda na Fnac em edição autografada por 19,99€.

21 julho 2017

Virou! voltou ao Spotify



Muitos terão reparado que o álbum Virou! desapareceu do Spotify há cerca de um ano. Nada temam, o filho primogénito está de regresso ao Spotify com o EP Combate. Enquanto não há outra forma de sossegar as saudades, podem continuar a ouvir e a comprar a música de Diabo na Cruz nestas plataformas:

Spotify | Fnac | Google PlayApple Music | Tidal | YouTube

26 junho 2017

Livro: Cento e Onze Discos Portugueses


Cento e onze discos portugueses - A música na rádio pública é um livro que reúne os álbuns mais simbólicos dos 80 anos da rádio pública nacional. Nesta lista organizada pela Antena 3, com textos de pessoas ligadas ao universo radiofónico, encontra-se o álbum de estreia de Diabo na Cruz. O livro pode ser encomendado através da editora Afrontamento, no site Wook ou na Fnac.

Alguns excertos do texto sobre Virou!, escrito por Luís Oliveira:
      «(...) Não faltam casamentos variados e felizes entre a língua portuguesa e a canção popular. No entanto, também essas relações passam por ciclos. Na entrada do novo século, os principais projectos a cantarem em português estavam já institucionalizados e quem mexia e remexia com mais astúcia na língua portuguesa eram os nomes oriundos do hip-hop. O final dos anos 00 traz uma nova realidade, com um núcleo de músicos dispostos a voltar a colocar a língua portuguesa como promotora da identidade nacional. Muitos desses músicos tornaram-se amigos/colaboradores/parceiros de Jorge Cruz. (...)  
      Nas canções de Virou! vive o povo e vivem fidalgos. Cabem loucos, Donas Ligeirinhas e Dom Fuas Roupinho. Há uma melodia popular portuguesa que atravessa todo o disco filtrada numa linguagem rock fazendo da braguesa uma excelente conversadora com uma qualquer Telecaster. Nesse diálogo, B Fachada e Jorge Cruz são protagonistas, estendendo  a conversa para os territórios da voz. Aí, junta-se a terceira (e nunca redundante) voz de Bernardo Barata. Juntos ora vão namorando a lengalenga,ora reinventando melodias para um novo (tradi)som, pontuado com ocasionais... oioais. 
      A alegria desbragada dos teclados de João Gil fura por esses espaços, amparada na bateria de João Pinheiro que soa como se os Gaiteiros de Lisboa quisessem encher estádios.
      Tantas vezes um primeiro disco não passa de um manifesto de intenções, um B.I. de informação reduzida mesmo que prometedora. Virou! traz o passaporte biológico completo, mostrando carácter e idiossincrasia logo nos primeiros acordes.»